14 junho, 2011

COMUNIDADE CIENTIFICA MÉDICA TEM SERVIÇO DE APOIO PARA SUAS ATIVIDADES

Entre os serviços gratuitos, estão ações voltadas para atividades acadêmicas e/ou científicas, disponibilização de fontes de informações como: PubMed, SciELO, UpToDate e periódicos Capes, além de busca de artigos na base da Bireme

Tendo em vista colaborar com a qualificação continuada dos profissionais de saúde, a Associação Baiana de Medicina (ABM), através do Departamento de Assuntos Científicos e Culturais dispõe, desde 2009, por meio de convênio firmado com a Universidade federal da Bahia (Ufba) a Biblioteca Virtual, que atua na área de educação continuada, com foco nas atividades de pesquisa, produção, editoração e padronização em publicações científicas médicas.

Entre os serviços disponibilizados à comunidade científica, está o Apoio à Atividade Médico-Científica (AAMC), que disponibiliza gratuitamente ações voltadas para atividades acadêmicas e/ou científicas, dispondo de fontes de informações como: Bireme, PubMed, SciELO, UpToDate e periódicos Capes, além de por à disposição dos associados da ABM a busca de artigos, com envio por email dos resultado.

O serviço ainda conta com assessoria acadêmica, que realiza revisão e ordenação de referências, revisões ortográfica e gramatical, tradução e formatação de estilos em trabalhos científicos, confecção de pôster científico, inserção de dados na Plataforma Lattes do CNPq, design gráfico e web design.

Diagramação e impressão de pôster científico online

O design gráfico para apresentações científicas é elaborado combinando formas gráficas, cores e informações e visa atrair a atenção do receptor e transmitir informações complexas dos resultados de pesquisa científicas de forma mais eficiente, considerando as instruções específicas de cada evento.

A impressão é feita em mídia de alta qualidade (lona), com acabamento tipo "banner" (baguetes plásticos e cordame), que facilita a fixação do mesmo no local do evento. “Para maior comodidade dos nossos clientes, oferecemos a possibilidade dele encontrar o seu trabalho já fixado no local do evento. Para isso, basta apenas o fornecimento das informações de localização e padrão de fixação”, orienta Silvana Pereira, coordenadora do AAMC.

Encaminhamento on line - O Conteúdo completo dos trabalhos devem ser enviados juntamente com o anexo do resumo, tabelas, gráficos e imagens e ser encaminhado online para o e-mail: assessoriaacademica@abmnet.org.br.

Deverão constar no e-mail os seguintes dados: título do trabalho, autor principal, autores, instituição, dimensões do pôster (largura x altura), orientações ao autor enviadas pelo evento (se houver), além da solicitação de serviços devidamente preenchida.

Silvana Pereira ainda observa para a correção do pôster, que será por e-mail: “a resposta de aceite do cliente abre o encaminhamento do mesmo para a impressão e entrega, a confecção do mesmo será iniciada após a confirmação do depósito bancário”, explica.

Promoção para participantes de Eventos Científicos

AAMC / ABM colocará à disposição dos inscritos no V Congresso da Sociedade Brasileira de Visão Subnormal, que acontece em salvador nos dias 17 e 18 de junho de 2011, preços com descontos de 15%.

Preço de pôster padrão - 90 x 100 cm (diagramação + impressão) = R$142,00 – 15% de desconto para inscritos no SBVSN = R$120,70. Associados da ABM têm 30% de desconto.

Dúvidas podem ser tiradas via correio eletrônico ou por telefone;

(71) 2107-9651 | 9938-1555 ou pelo e-mail silvana@abmnet.org.br.

Modelo de poster cientifico

Mais

Designer da INTERATIVA DESIGN - Serviços especializados à Comunidade Acadêmica

(71) 3355-4940 | email: sac@interativadesignba.com.br

Apoio a Atividade Médico-Científica

(71) 2107-9651 | email: assessoriaacademica@abmnet.org.br


Associação Baiana de Medicina: 67 anos de respeito e credibilidade junto à comunidade médico científica

A Associação Baiana de Medicina é uma entidade sem fins lucrativos, que atua na promoção dos interesses profissionais de seus associados no âmbito ético, científico e econômico, bem como pela valorização de sua qualidade de vida.

Durante sua trajetória de 67 anos, a ABM construiu uma reputação de respeito e credibilidade perante os seus associados e à sociedade, através de uma atuação de destaque nos movimentos e ações pela defesa profissional, promoção da atualização científica e campanhas em prol da melhoria da saúde pública.

05 junho, 2011

ACADEMIA DE CIÊNCIAS DA BAHIA É INSTALADA SOB PROMESSA DE FUNCIONAMENTO DO TECNOBAHIA AINDA EM 2011

Com salários de R$ 9 a 18 mil, secretário pretende atrair pesquisadores de ponta para atuarem em novo empreendimento

A “livre iniciativa” de 43 pesquisadores da Bahia deu início à tentativa de organização do meio acadêmico em fazer valer a máxima: “a união faz a força”, em prol do desenvolvimento científico no estado. O primeiro termo entre aspas foi dito pelo governador da Bahia, Jaques Wagner, durante o evento de instalação e posse dos membros da Academia de Ciências da Bahia - na quarta-feira (1) no Auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) em Salvador -teve tom de apoio para a agremiação, que pretende discutir e estimular a produção científica no estado.

Durante a cerimônia, o governador diz estar empolgado com o poder de articulação da sociedade, refletido na criação da primeira academia de ciências da Bahia. Para ele, o feito evidencia o papel da sociedade em promover ações que venham beneficiar o bem comum, mas se mostrou preocupado com carências básicas que ainda assolam o estado. “Estamos aqui discutindo sobre ciência e tecnologia, mas fico imaginando que entre os nossos, ainda há pessoas sem ensino básico, água encanada e luz elétrica”, reconhece.



Wagner estava acompanhado do atual secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Paulo Câmera, que aproveitou o momento para falar do Parque Tecnológico da Bahia (TecnoBahia), alvo de denúncias por parte do Ministério Público Federal por crime ambiental.
Apesar das denúncias, Câmera anunciou o funcionamento do TecnoBahia para este ano, com salários de R$ 9 a 18 mil para atrair pesquisadores de ponta das universidades para atuar no novo empreendimento.

O anúncio é feito após quase quatro meses de discussões na Câmara Municipal, por conta do projeto que reduz o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) de 5% para 2% para as empresas que pretenderem se instalar no Parque. A aprovação dos vereadores baianos veio por unanimidade no dia 27 de abril.

Também faziam parte da mesa, o presidente da Academia, o ex-governador da Bahia e Professor Emérito da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Roberto Santos; os presidentes da Assembléia Legislativa do Estado e da Fieb, deputado Marcelo Nilo e José Mascarenhas, respectivamente; o diretor da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Roberto Paulo Machado Lopes e o diretor geral do grupo A Tarde e presidente da Academia de Letras da Bahia, Edvaldo Boaventura, vice-presidente da Academia.

Em seu discurso de posse, Roberto Santos disse que os baianos têm a chance de ver o estado projetado na área científica e explicou o papel da entidade. “A Academia pretende estimular as pesquisas produzidas na Bahia e fazer sua divulgação junto à população para melhora de sua qualidade de vida”.


O presidente da Academia pretende reunir-se com representantes de indústrias e coordenadores dos cursos de pós-graduação com o objetivo de afinar o diálogo entre academia e setor produtivo e foi em defesa dos industriários por não investirem mais em Inovação. “A industria privada se queixa das altas taxas de impostos e diz que é a causa de não investir em Inovação. Os governos vêm tentando atenuar a situação, mas ainda não é o bastante”, denuncia Santos.

As discussões feitas pelos membros da Academia de Ciências da Bahia sobre políticas de Ciência Tecnologia e Inovação serão feitas semanalmente em uma sala cedida pela Fapesb, até que o TecnoBahia esteja em funcionamento. A agremiação deverá ter uma sala própria dentro do Parque Tecnológico. As ciências representadas pelos pesquisadores serão: Humanas e Sociais, Exatas e da Terra, da Vida, Filosofia, Ensino e Gestão.

Tecnovia - A denúncia do MPF foi feita em novembro de 2010, com base em investigação feita pela Polícia Federal e apontava entre os réus, o ex-secretário da Secti, Ildes Ferreira; o proprietário da NM Construtora, Nicolau Martins, e quatro representantes da Patrimonial Saraíba.

Em fevereiro deste ano, a 10ª Vara da Justiça Federal suspendeu, por meio de liminar, a aplicação de multa contra a Secti, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). A multa de R$ 2 milhões aplicada contra o Governo da Bahia, havia sido determinada em fevereiro de 2009 por causa de supostas irregularidades ambientais na construção do Parque Tecnológico (Tecnovia), na Avenida Paralela.

A reportagem que relatava a denúncia, foi um dos motivos da demissão do então repórter de A Tarde, Aguirre Peixoto, que vinha denunciando a ação irregular das construtoras na Avenida Paralela. De acordo com uma das últimas matérias produzidas por Peixoto sobre o tema - ainda como repórter de A Tarde - a decisão da 10ª Vara não traz nenhum impacto imediato à ação criminal que corre na 17ª Vara.

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Fotos da Instalação da Academia de Ciências da Bahia

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19 abril, 2011

LIVRO SOBRE RELAÇÃO DA CIÊNCIA E SUA DIVULGAÇÃO BUSCA SEDIMENTAR CULTURA CIENTÍFICA NA BAHIA

Evento acontece na Escola de Administração da UFBA e contará com palestra de Carlos Vogt, coordenador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp

Abordar a ciência e sua divulgação, estabelecendo diálogos entre pesquisadores de diversas áreas é a proposta do livro sobre o tema Divulgação Científica lançado pelos pesquisadores, Cristiane Porto, Antônio Brotas e Simone Bortoliero. “Diálogos entre Ciência e Divulgação Científica: “leituras contemporâneas” ocupa-se da emergência acerca de um debate sobre ciência e sua divulgação como maneira de fomentar a formação da cultura científica no Brasil, em especial na Bahia.

O lançamento será no dia 29 de abril às 18h30, no auditório da Escola de Administração da Ufba, no Vale do Canela em Salvador. O evento contará com a presença do linguista Carlos Vogt, que ministrará a palestra, “De Ciência, Divulgação, Futebol e Bem-estar Cultural”, tema do prefácio do livro. Vogt é coordenador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor / Unicamp), foi diretor da Fundação de Amparo à pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e atual assessor especial do governador de São Paulo.

Ainda são previstas as presenças das jornalistas Graça Caldas, professora-pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da (UMESP) e Atuação em vários veículos de comunicação, entre eles Diário de Notícias e TV Globo (Rio de Janeiro), Folha de S. Paulo e Jornal do Brasil (São Paulo) e Simone Bortoliero, professora da Faculdade de Comunicação da Ufba - Facom na graduação e Pós-graduação em Cultura e Sociedade. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Televisão e Vídeo e coordena a Especialização em Jornalismo Científico e Tecnológico também na Ufba.

Além do prefácio de Carlos Vogt e artigos dos organizadores, o livro também conta com textos de Graça Caldas, Wilson Bueno, Iara Souza, Graciela Natansohn, Ferlando Lima Santos, Claudia Sisan e Djalma Thürler.

SERVIÇO

Lançamento do Livro Diálogos entre Ciência e Divulgação Científica: leituras contemporâneas

Data: 29 de abril

Local: Auditório da Escola de Administração da Ufba. Vale do Canela.

Horário: 18h30

Contatos: (71) 9984-2956 ou 31762299/88525301

SOBRE OS ORGANIZADORES:

Cristiane de Magalhães Porto

Doutorado em Cultura e Sociedade – Ufba. Mestrado em Letras e Lingüística – Ufba. Atualmente é professora titular da Rede de Ensino FTC, onde atua como coordenadora do Núcleo de Publicações da Rede e é editora-chefe da Revista Diálogos & Ciência. Leciona componentes curriculares como Comunicação Científica e Metodologia da Pesquisa em nível de graduação e pós-graduação. Dedica-se, atualmente, ao estudo de disseminação e divulgação da ciência em suporte on-line e impresso.

Tem atuado, principalmente, nos seguintes temas: linguagem, comunicação, jornalismo científico on-line, cultura e difusão científica, informática, memória e Internet. Professora do Núcleo Permanente do Mestrado Profissional em Bioenergia da Rede de Ensino FTC. E-mail: crismporto@gmail.com

Antonio Marcos Pereira Brotas

Doutor em Cultura e Sociedade – UFBA. Mestrado em Comunicação e Cultura Contemporânea – UFBA. Atualmente é tecnologista em saúde pública do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz (CPqGM) Tem experiência na docência e profissional na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo e Editoração, atuando principalmente nos seguintes temas: jornalismo, jornalismo científico, cultura científica, guerra do iraque, terrorismo, mundo islãmico, e enquadramento. E-mail: ambrotas@gmail.com

Simone Terezinha Bortoliero

Doutorado em Comunicação Social pela UMESP na linha de pesquisa Comunicação Cientifica e Tecnológica. Mestrado em Comunicação Social – UMESP. Pós-doutorada como tema Mídia e Biocombustíveis. Atualmente é professora da Faculdade de Comunicação – UFBA. Atuando também como professora do Programa Multidisciplinar Pós-graduação em Cultura – UFBA.

Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Televisão e Vídeo, atuando principalmente nos seguintes áreas: Mídia e Meio Ambiente, Produção de Vídeos Educativos e Científicos, Divulgação Cientifica, Novas tecnologias para Educação, Comunicação para Educação em Ciências, Comunicação para Educação em Saúde, Jornalismo Cientifico e Ambiental. Pesquisadora Visitante do Labjor da Unicamp em 2008. Especialista visitante do Lapeq /FE/ em 2008. E-mail: bortolie@gmail.com

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13 janeiro, 2011

A ARTE MARGINAL NAS CAPAS DOS DISCOS

Até meados da década de 1960, as capas dos discos tinham exclusivamente a função de proteger da poeira e dos arranhões as “bolachas pretas", assim carinhosamente chamados os discos de vinil. Mas a partir de 1967, depois do artista plástico Andy Warhol ter exposto na capa de um disco da banda americana Velvet Underground uma simples banana amarela, álbuns de grandes grupos de Rock passaram a ter o seu valor estético modificado, ao agregar valor artístico nas capas de seus álbuns. O que antes era utilizado como uma mera embalagem, se tornou uma obra artística da embrionária cultura pop.

Tido como um dos precursores do Movimento Pop, Warhol era visto na época, ora como um gênio, ora como um vigarista fora do comum. Gênio ou vigarista, Warhol foi sem dúvida um revolucionário em transformar utensílios de uso cotidiano em arte.

Com o novo status de obra de arte, as capas passaram a retratar fases de inspiração da banda ou do artista, servindo também como produto comercial.
Grupos musicais com perfis psicodélicos, como Pink Floyd e Led Zeppelin procuravam retratar em seus álbuns artes mais abstratas, a exemplo do Houses of the Holy de 1973 do Led Zeppelin, onde ficou claro a falta de lógica na ilustração da capa

Já em 1971, no álbum IV, a banda britânica resolve assumir uma ilustração naturalista e ao mesmo tempo sombria mostrando um velho carregando lenha num campo inóspito.

Esta arte popular contemporânea foi pouco aceita na época e ainda é por muitos intelectuais das artes. Isso por ela ser considerada parte integrante de um produto da cultura pop, o Rock and Roll, popular em muitos países do mundo. Dessa forma, o conceito de arte popular se choca com os princípios eruditos de uma obra tradicional, de privilégio de poucos.

O sociólogo francês, Pierre Bourdieu (1930-2002), um dos críticos mais conservadores das artes, afirma em algumas de suas teses acadêmicas, que para se reconhecer uma obra de arte é necessário ter aprendizado; estudo. Mas não somente conhecimento comum adquirido nas escolas e faculdades de forma superficial que conhecemos.

O entendedor, ou criador de arte, para ser reconhecido como tal, deve saber decifrar os códigos, ou seja, a linguagem convencionada por uma classe aristocrata intelectual, responsável por dizer o que é ou não arte. Esse mesmo grupo se contradiz quando aceita patrocínios de instituições burguesas que só visam retorno financeiro e deixam a visão estética em segundo plano. Dessa forma, ficam de fora desse rol, artistas oriundos de matrizes sem tradições intelectuais com produções independentes.

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11 dezembro, 2010

O CÁLICE AMARGO DA DITADURA MILITAR

Quando Chico Buarque e Gilberto Gil escreveram a música Cálice, o Brasil vivia um período conturbado em sua história contemporânea. A ditadura militar oprimia o livre pensamento e punia com rigor aqueles que não seguissem à risca o que era determinado pelo governo ditatorial imposto no Golpe de 1964.

A imprensa, por meio dos jornais, tinha suas matérias monitoradas dentro das redações por um militar chamado “sensor”, que previamente decidia o que ser ou não publicado; obviamente assuntos que criticavam o regime eram imediatamente vetados. As editorias mais rebeldes publicavam receitas de bolo no espaço antes reservado para a matéria censurada. Dessa forma conseguiam transmitir sua insatisfação com sarcasmo, despertando no leitor senso crítico e ganhando aliados na luta contra a ditadura militar.

Entre os artistas não era diferente. Buarque e Gil representam dois exemplos dos inúmeros manifestos feitos por intelectuais da música contra a ditadura. Era comum que compositores de músicas constantemente vetadas pela censura fossem perseguidos e, em alguns casos, forçados ao exílio. Foi o que aconteceu a Gil e ao seu conterrâneo Caetano Veloso.

Artistas mobilizados contra a ditadura (Arquivo)

A edição do Ato Institucional nº 5 (AI-5) pelo governo militar, em dezembro de 1968, cerceou uma série de liberdades individuais. Caetano e Gil são presos em São Paulo, sob o pretexto de terem desrespeitado o hino nacional e a bandeira brasileira. São encaminhados para o quartel do Exército de Marechal Deodoro, no Rio de Janeiro, onde têm suas cabeças raspadas. Numa Quarta-feira de Cinzas, em Fevereiro de 1969, Caetano e Gil são soltos e seguem para Salvador. Na capital baiana são obrigados a se manter confinados, proibidos de aparecer em público nem dar declarações ou entrevistas. Meses depois, em julho de 1969, após dois shows de despedida, no teatro Castro Alves, em Salvador, Caetano e Gil partem com suas mulheres, respectivamente as irmãs Sandra e Dedé Gadelha, para o exílio na Inglaterra.

A música Cálice foi escrita dentro dessa atmosfera de perseguição à liberdade de expressão, só restando aos compositores da época encontrar maneiras de passar suas mensagens nas entrelinhas, sem despertar o interesse das autoridades militares. A ambigüidade da palavra “cálice” refere-se ao calar-se imposto pelo regime, mas também da “bebida amarga” dentro desse cálice, que era digerida sem reclamações. Quando os autores se referem a “abrir a porta”, se manifestam contra a truculência dos militares, que costumavam invadir apartamentos em busca dos “aparelhos” - grupos de estudantes que se articulavam com finalidade de combater o governo militar – a letra ainda diz: “quero cheirar fumaça de óleo diesel”, este trecho faz alusão às torturas comuns à época, que consistia em ligar um veiculo numa garagem fechada e deixar o preso deitado junto ao escapamento a sufocar-se com o monóxido de carbono até que confessasse supostos crimes.



A ditadura foi uma época onde o direito à livre expressão era vedado sem a possibilidade de questionamento e fez inúmeras vítimas. Muitos que ousaram falar não foram encontrados até os dias atuais pela família.

Talvez Buarque, Gil, Caetano e tantos outros não estivessem entre nós hoje se não fosse suas capacidades de driblar através da música os cães dos generais dentro das redações e gravadoras. As letras inteligentes e cheias de significados, só podiam ser codificadas por aqueles que detinham mentes libertárias, deficiência genética dos marajás fardados.

19 outubro, 2010

BIODVERSIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL SÂO DEBATIDOS NA UFBA

Cientistas, jornalistas, movimentos sociais e estudantes aprofundam o olhar sobre biodiversidade e desenvolvimento sustentavel na Facom


Aprofundar de forma crítica, transversal e detalhada, por meio da participação de especialistas renomados com o tratamento e observação do cotidiano, é o que a coordenação do curso de Jornalismo Cientifico e Tecnológico da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom / Ufba) promove com o Seminário Desenvolvimento Sustentável e Biodiversidade - Ciência, Tecnologia e Mídia, no Campus Ondina (Auditório da Facom), nos dias 21 e 22 de outubro, das 19h às 22h.

Bastante difundido nos dias atuais e utilizado como estratégia no chamado “marketing verde”, o termo, Desenvolvimento Sustentável, ainda não é tão entendido quanto “marketeado”. Dessa forma, o evento, que faz parte da programação oficial da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia - acontece em todo o país entre os dias 18 a 22 de outubro - foi concebido para favorecer a formação dos divulgadores científicos que se interessam por questões ambientais na Bahia.

Com programação rica, diversa e provocativa, o seminário conta com trabalhos apresentados, por nomes renomados, como o da doutora em saúde pública, Cilene Victor, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico e diretora de redação da revista Comciência Ambiental; a jornalista Vanja Joice Bispo Santos, do Museu Paraense Emílio Goeldi; a jornalista Maiza Andrade, editora de Meio Ambiente do Jornal A Tarde; o pesquisador Philip Martin Fearnside, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA); a professora e pesquisadora Maria Rejane Lira, do Instituto de Biologia da UFBA; o engenheiro florestal, Luís Zarref Henrique Gomes Moura, representante de Movimentos Sociais.

Além dos debates, haverá uma oficina e uma exposição fotojornalística sobre temas ambientais realizada pelo Movimentos Amigos do Meio Ambiente - AMA e da Rede de Articulação e Mobilização em Comunicação Ambiental - Rama.

O evento, que é patrocinado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia - Fapesb, tem inscrições gratuitas, e podem ser feitas pelo e-mail: jorncientec@gmail.com, informando apenas o nome, RG, profissão e instituição, ou no local, entre 18 e 19h, com direito a certificado de participação.

A coordenadora do curso de Jornalismo Cientifico e Tecnológico da Facom, professora Simone Bortoliero, considera o evento uma rara oportunidade para se discutir o valor da informação científica e o papel do jornalista frente à necessidade de democratização e divulgação da informação como instrumento de poder político para as mudanças em pauta.

São parceiros do encontro: Fiocruz – Ba; FTC – Salvador; Pós Graduação em Cultura e Sociedade da UFBA; Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, Associação Brasileira de Jornalismo Cientifico e a Faculdade de Comunicação da UFBA.
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08 outubro, 2010

COBERTURA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA NA BAHIA É TEMA DO I SEMINÁRIO DE JORNALISMO CIENTÍFICO

Debater o direcionamento dado à cobertura de ciência e tecnologia na Bahia é tema do I Seminário de Jornalismo Científico, que será realizado no sábado, dia 16 de outubro, no Fiesta Convention Center. O evento, que é uma prévia da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia da Bahia, abordará formas e motivos para cobrir a pauta ligada ao assunto no estado.

O encontro tem como palestrante principal o jornalista Wilson da Costa Bueno, que é doutor em Comunicação e professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo – Umesp, além de editor de sete sites temáticos em Comunicação. Ainda são previstos um almoço no próprio hotel e uma aula-show com a Família Macedo e professor Marival Chaves.

Inscrições - As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e inovação: www.secti.ba.gov.br.

Programação:

-8h30 Café de boas vindas

- 9h Abertura
Feliciano Tavares Monteiro
secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia
Tema: Políticas de CT&I – rumos e prioridades

Vinícius Teixeira
superintendente de Tecnologia para a Competitividade – Secti
Tema: Parque Tecnológico – novo momento para a Bahia

Liliane Queiroz
coordenadora do núcleo de pesquisa aplicada do Senai/Cimatec
Tema: Os resultados do investimento em carreiras tecnológicas – a experiência do Cimatec

Paulo Almeida
Instituto de Ciências da Saúde (ICS) – UFBA
Tema: Biotecnologia e pesquisa em Saúde – principais diferenças

-10h Aula
Wilson Bueno
Tema: Como e por que cobrir ciência e tecnologia

-13h Encerramento – Almoço no próprio hotel e aula-show
Professor Marival e Família Macedo


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30 agosto, 2010

CICLO DE PALESTRAS DISCUTE SOLUÇÕES PARA A MATA ATLÂNTICA


Novo Código Florestal, licenciamento florestal, situação da Mata Atlântica na Avenida Paralela e gestão ambiental na Bahia, serão os temas debatidos durante o Ciclo de Palestras Ambientais, que acontece no auditório Leopoldo Amaral, na Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia – Ufba (Federação), no dia 1º de setembro às 14h.

Para debater os temas estarão presentes o coordenador do Núcleo Mata Atlântica – Numa, Sérgio Mendes, que aborda o Novo Código Florestal Brasileiro; a bióloga do Instituto do Meio Ambiente – IMA, Margareth Maia, com dois temas: Estratégias Sucessionais da Mata Atlântica na Paralela e Projeto Corredores Ecológicos; o engenheiro agrônomo da Secretaria do Meio Ambiente – Sema, Ruy Muricy, que explica o Licenciamento Florestal, e a economista e doutora em Ciências Políticas, Bete Wagner, que traz a experiência obtida como diretora Geral do IMA, no debate sobre Gestão Ambiental na Bahia.

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17 julho, 2010

FINANÇAS E PLANEJAMENTO PESSOAL

Dinastia Soluções Financeiras realiza curso em parceria com Corecon-DF

Com o objetivo de levar segurança e independência financeira, bem como oportunidade de renda extra aos cidadãos de Brasília, foi ministrado no mês de junho o curso de Finanças Pessoais – Planejamento Financeiro Pessoal, realizado pela Dinastia Soluções Financeiras e o Conselho Regional de Economia de Brasília – Corecon-DF.

Durante o treinamento, estiveram reunidos contadores, economistas, administradores, advogados e interessados em obter informações restritas sobre: finanças pessoais, educação financeira, receita e despesa, fundos de aposentadoria PGBL VGBL, taxas de juros, entre outras. O evento aconteceu no Espaço do Economista, na Capital Federal, que recebeu durante cinco dias as palestras do economista e contador Victor Hohl, que é membro orientador do Instituto Nacional de Investidores – INI e ex-funcionário do Banco Central do Brasil - Bacen.

Dinastia - É uma empresa que iniciou o seu trabalho em Julho de 1995, com o objetivo de desenvolver um sistema de marketing de rede diferente no Brasil, especialmente porque naquele período, todos os sistemas existentes se destinavam à aquisição de produtos, não existindo sistemas de marketing voltados para o mercado de serviços financeiros.

A empresa enfrentou as dificuldades normais de qualquer projeto pioneiro até o ano de 1999, quando foi criada a empresa Delta Red Marketing Ltda, passando a utilizar o nome fantasia Dinastia.

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03 julho, 2010

BETE WAGNER PRESTIGIA 2 DE JULHO E CONSOLIDA APOIO POPULAR

Dia de jogo do Brasil na Copa, de chuva, mas também dia da Bahia. Apesar da série de acontecimentos, que poderiam servir de pretexto para um baixo público nas comemorações do 2 de Julho, os baianos estiveram mais uma vez presentes para comemorar a data máxima do estado. Entre os cidadãos, Bete Wagner, que conseguiu ao longo do trajeto, entre a Lapinha e a Praça Municipal, agregar homens, mulheres, crianças e idosos à marcha por uma Bahia de mulheres mais atuantes, como fizera a grande heroína Maria Quitéria na luta pela independência da Bahia há 187 anos.

Com o Lema: “Mulher Sempre Presente Viva a Maria Quitéria”, a candidata à deputada estadual pelo Partido Verde distribuiu fitinhas com as cores que representam a campanha, o verde e rosa e ao lado de colaboradores e simpatizantes pôde concluir a sua caminhada. A jornada inicia oficialmente dia 3, mas foi nesse 2 de julho que o primeiro passo foi dado, uma vez que a aceitação popular na manifestação pública mais autêntica da Bahia se fez presente.

14 maio, 2010

A PONTE QUE FALTAVA NO FOSSO CRIADO POR DESCARTES: A SUBJETIVIDADE

Verificação como validação da ciência foi mal interpretada por cientistas


No Discurso sobre o Método, Rene Descartes procurou combater a justificativa católica da Escolástica – grupo de disciplinas que predominou na Europa da Idade Média entre os Séculos
IX e XVI. Descartes buscou
separar a ciência, naquela época atrelada à religião e acabou criando sem se dar conta, um fosso enorme que separou as ciencias exatas e sociais. Sua teoria propos “iluminar” as mentes obscuras da época; daí o nome Iluminismo. O período marcou o fim da Idade Média e o começo da Moderna. Naquela época, muitos historiadores classificaram a Idade Medieval como a mais escura de todos os tempos, inclusive no que dizia respeito às opiniões divergentes aos preceitos cristãos. "Não encontramos aí nenhuma coisa sobre a qual não se dispute, só as matemáticas demonstram o que afirmam.” (Discurso do Método, 2009). Pensamento limitado o de observar a ciência com uma visão única de mundo, excluindo ideologias e reforçando somente uma teoria como verdadeira.

Todas as ciências são ciência

René Descartes não teve a intenção de minimizar a importância das ciências consideradas sociais como filosofia, sociologia, teologia, entre outras, devido às idéias lançadas na criação do Discurso
sobre o Método no Século XVI. A importância da verificação sugerida pelo pensador francês foi oportuna para a época, quando o curandeirismo e a magia eram sinônimos de charlatanismo. O propósito serviu para que cientistas da Física, Matemática e da Biologia promovessem as suas ciências à categoria de única verificadora de tudo que levantasse dúvida no planeta. Sendo assim, esses cientistas se beneficiariam mais tarde, apesar de Descartes não tirar a validade da literatura, as artes e a filosofia e sim citar em seu Discurso como uma de suas referências em seu estudo. O modelo que é ensinado até os dias atuais nas escolas do mundo, constitui-se por um

sistema de verificação exaustiva, o qual valida tudo que pudesse ser aplicado, ou seja, capaz de funcionar em um modelo de falhas e acertos dentro do esperado pelo cientista.

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07 abril, 2010

PARABÉNS AOS REAIS DEFENSORES DO POVO

Desde que Gutemberg inventou a prensa, daí o nome Imprensa, o jornalista, seu principal operário, vive dias de lutas e protestos. Seja em nome da liberdade de imprensa – com ética e responsabilidade - seja em nome da classe, quando busca melhores condições de trabalho e remuneração digna.

Após o Golpe de 1964, várias profissões práticas exercidas por profissionais sem o diploma de nível superior, como os rábulas (fazia o papel do advogado), práticos em odontologia e até parteiras foram proibidas. A exigência do diploma de jornalista veio em 1969, por meio de um decreto do então regime militar.

A regulamentação para os profissionais do Direito veio ainda na década de 60. Apesar de o corpo jurista ter suas reivindicações atendidas nessa época e de certa forma, compartilhar os mesmos interesses que a classe jornalista: o de regulamentar suas profissões, um “gênio” do Direito resolve passar uma borracha em toda a história de luta para as profissões com diplomas exigidos pós 64.
Mas ao invés do presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, punir a todos, ele escolheu os jornalistas como bode expiatório e decretou, através da votação de nove ministros do Supremo, a não obrigatoriedade da exigência do diploma no exercício da profissão em veículos de comunicação.

Apesar de a data de hoje ser de comemoração, a labuta do jornalista é de protesto. É mais um dia para o real defensor público, sem ser bacharel em Direito. Mas e o diploma? Este não foi preciso para uma classe que detém a confiança das pessoas que, sem pesquisa de opinião, se tornou uma das profissões mais respeitadas do mundo, apesar de alguns profissionais insistirem em manchar a seus representantes quando põem a ética – princípio máximo da categoria - de lado em troca de um punhado de moedas, jantares e influência.

O vídeo abaixo representa um pouco a indignação de futuros profissionais de jornalismo, atualmente recém formados pela Faculdade da Cidade do Salvador. Eles não se deixaram abater pelo acontecido e continuam acreditando que, independentemente do diploma, continuarão jornalistas e militantes em prol da exigência do canudo.

Parabéns a todos os parceiros de profissão!


03 abril, 2010

“FREE LANCER?” É O CACETE! VOCÊ É BISCATE MESMO!


Que mania de gringo essa dos nossos colegas de comunicação que, depois de receber um chute na bunda da empresa a qual era efetivo e fudido, ir aumentar a fila do desemprego por aí, achar de se classificar como “free lancer”, só para amenizar a sua condição de fazedor de biscate; "biscateiro".

Infelizmente, nenhum profissional está livre do processo de enxugamento que vivem as redações e assessorias de comunicação, mas, do fundo do meu mal querer, vibro quando isso acontece com o pró-ativo da empresa; o prestimoso, que acha que se fizer o serviço de três irá o sobreviver a cortes na empresa. Coitado! É um dos primeiros que pulam fora.

Frustrado, e ainda sonhando em ser readmitido, volta de tempos em tempos à firma fingindo ir rever os colegas. Aí vem todo aquele papo de incentivo e consideração pelo companheiro mandado embora por quem ainda não foi despedido:

-Oi fulano, como está? O que anda fazendo? E o novo emprego? Já encaminhado?

Para ficar por cima da “carne seca”, o “chutador de latas” responde:

-É, to com alguns contatos aí, mas não vou querer. Tô de saco cheio disso tudo; bater cartão, entrar e sair no horário estipulado pelo chefe. Agora trabalho pra mim, tô fazendo uns “freelas” aí.

Tomar no c... com esse termos gringos. Para ser mais claro, e poder dar uma iluminada na cabeça sebosa desse povo, essas pessoas acham que fazer biscate é ser free lancer, a exemplo do fotógrafo, esse sim free lancer, Peter Parker, dos quadrinhos da Marvel.

Na condição de Homem-Aranha, alter ego de Parker, ele ganha a vida fazendo fotos de suas ações contra os bandidos. Depois as vende ao “pão duro” do J. Jonah Jameson, editor do Clarim Diário, jornal que na ficção está situado na ilha de Manhattan, em Nova Iorque.

Ao contrário de Parker, o nosso free lancer brasileiro não ganha $ 300 por fotografia, nem por meia dúzia delas. O biscateiro nacional tem mais é que se contentar com R$ 50 reais por dia, e olhe lá se tirar isso.

A saída não é outra: buscar empreender, e com boas idéias, suas e de amigos, com especialidades distintas, abrir uma empresa, o que muito poucos de nós jornalista sabemos fazer.

Mas não ha outra alternativa nesse mercado cada vez mais cruel, competitivo e que valoriza a mão de obra barata, que muitas vezes está associada à mão de obra pouco competente.

É isso ou o candidato à “profissional liberal”, que de liberal só tem o fato de estar liberado de pagar as contas - e por isso vir a ser convidado a fazer parte do clube SPC/Serasa - tome rumo, cate o que ainda lhe resta de FGTS, e corra para a “Ilha do Rato” para garantir sua Ford Pampa, modelo 1989. Quem sabe assim não dá pra ganhar algo melhor fazendo “frete” na frente da feira de São Joaquim, porque tá fácil não...


  

12 novembro, 2009

DIVULGAÇÃO AMBIENTAL PELA IMPRENSA BAIANA É PAUTA DE SEMINÁRIO


Abordar o discurso científico sobre meio ambiente na mídia e a cobertura por parte dos jornalistas e dos divulgadores da ciência, este é o principal objetivo do 1º Seminário de Comunicação Ambiental do Estado da Bahia, que acontecerá no próximo dia 18, na Casa do Comércio, das 8h às 13h. O evento é realizado pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) e conta com o apoio da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA).

Ciência, Mídia e Meio ambiente: os desafios da divulgação científica no século XXI, será o tema da palestra de Simone Bortoliero, graduada em Comunicação Social – Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Mestrado e Doutorado em Comunicação Científica e Tecnológica pela UMESP - São Paulo, além do Pós-Doutorado em Mídia e Biocombustíveis pela Unicamp.

Outro tema que será discutido é a Cultura Científica na Internet: notícias de meio ambiente em alguns blogs brasileiros, com a palestrante Cristiane Porto, doutoranda do Programa Multidisciplinar de Cultura e Sociedade da Facom - UFBA e Mestrado em Letras e Lingüística pela UFBA. Além de ser coordenadora do Núcleo de Publicações da Rede de Ensino FTC, editora-chefe da Revista Diálogos & Ciência e professora da Rede.

Míriam Santini de Abreu, graduada em Comunicação Social pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, com especialização em Educação e Meio Ambiente pela Universidade do Estado de Santa Catarina e mestrado em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente trabalha no Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário Federal no Estado de Santa Catarina (SINTRAJUSC), vai abordar o assunto Comunicação Ambiental uma nova tendência de mercado.

O ambientalista e cientista social, com especialização em Gerenciamento de Riscos, por Northwest United University, em Missouri, Henrique Cortez, vai debater sobre As diversas formas de comunicar os temas ambientais. Cortez, também é coordenador do Portal EcoDebate e subeditor da Revista Cidadania & Meio Ambiente.

Este é o primeiro de outros encontros que o IMA e a SEMA pretendem promover para que todos possam discutir um pouco mais sobre Comunicação Ambiental.

As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas.

14 outubro, 2009

SOBRE A PREGUIÇA BAIANA...



*Pesquisa revela que baiano trabalha mais do que sudestinos

"Preguiça baiana" é faceta do racismo. A famosa ‘malemolência’ ou preguiça baiana, na verdade, não passa de racismo, segundo concluiu uma tese de doutorado defendida na PUC. A pesquisa que resultou nessa tese durou quatro anos.

A tese, defendida no início de setembro pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é muitas vezes mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de ‘festa eterna’. Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atuam no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho. "Quem se diverte é o turista", diz a antropóloga.

O objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e se consolidou. Elisete concluiu, após quatro anos de pesquisas históricas, que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatórios contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia. O estudo mostra que a elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista.

A imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio Estado, por meio da elite portuguesa, que considerava os escravos indolentes e preguiçosos, devido às suas expressões faciais de desgosto e a lentidão na execução do serviço (como trabalhar bem-humorado em regime de escravidão??? ?). Depois, se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das migrações da década de 40.

Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos.
Chamá-los de preguiçosos foi a forma de defesa encontrada para denegrir a imagem dos trabalhadores nordestinos (muito mais paraibanos do que propriamente baianos), taxando-os como desqualificados, estabelecendo fronteiras simbólicas entre dois mundos como forma de ‘proteção’ dos seus empregos. Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da imagem.

"Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas cidades industrializadas e urbanas. A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o Brasil", diz Elisete. Até Caetano se contradiz quando vende uma imagem e diz: "A fama não corresponde à realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo."
Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento: a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma ideia de lazer permanente. "Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do País, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades."

O maior polo petroquímico do país está na Bahia, assim como o maior polo industrial do Norte e Nordeste, crescendo de forma tão acelerada que, em cerca de 10 anos, será o maior polo industrial na América latina.
Para tirar as conclusões acerca da origem do termo ‘preguiça baiana’, a antropóloga pesquisou em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento dos trabalhadores em empresas. O estudo comprovou que o calendário das festas não interfere no comparecimento ao trabalho.

O feriado de Carnaval na Bahia coincide com o do resto do País.
Os recessos de final de ano também. A única diferença é no São João (dia 24 /06), que é feriado em todo o Norte e Nordeste (e não só na Bahia).

Em fevereiro (Carnaval) uma empresa, cuja sede encontra-se no Polo Petroquímico da Bahia, teve mais faltas na filial de São Paulo que na matriz baiana (sendo que o n° de funcionários na matriz é 50% maior do que na filial citada). Outro exemplo: a Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou os dois prêmios de qualidade no trabalho dados pela Câmara Americana de Comércio (e foi a única do Brasil).

Pesquisas demonstram que é no Rio de Janeiro que existem mais dos chamados "desocupados" (pessoas em faixa etária superior a 21 anos que transitam por shoppings, praias, ambientes de lazer e principalmente bares de bairros durante os dias da semana entre 9 e 18h), considerando levantamento feito em todos os estados brasileiros.

A Bahia aparece em 13° lugar. Acredita-se hoje (e ainda por mais uns 5 a 7 anos) que a Bahia é o melhor lugar para investimento industrial e turístico da América Latina, devido a fatores como incentivos fiscais, recursos naturais e campo para o mercado ainda não saturado.

O investimento industrial e turístico tem atraído muitos recursos para o Estado e inflando a economia, sobretudo de Salvador, o que tem feito inflar também o mercado financeiro (bancos,financeiras e empresas prestadoras de serviços como escritórios de advocacia, empresas de auditoria, administradoras e lojas do terceiro setor)."

*Texto modificado retirado da coluna Jânio Lopo do Jornal Tribuna da Bahia em 14/10/2009

28 setembro, 2009

X CONGRESSO BRASILEIRO DE JORNALISMO CIENTÍFICO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL É REALIZADO EM BELO HORIZONTE


Pesquisadores baianos são convidados para evento


Os pesquisadores baianos, Cristiane Porto, Danilo Moraes e Wagner Ferreira tiveram um dos seus trabalhos aceito para apresentação no X Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico - Jornalismo Científico e Desenvolvimento Sustentável, promovido pela Associação Brasileira de Jornalismo Científico (ABJC).

O artigo: Políticas de Incentivo à Divulgação Científica no Brasil: Ciência Na Internet e a Cultura Científica, de autoria da doutoranda em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) Cristiane de Magalhães Porto, e participação dos bolsistas de Iniciação Científica pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia - Fapesb, Danilo de Almeida Moraes e Wagner dos Santos Ferreira, será apresentado em Belo Horizonte, entre os dias 14 e 16 de outubro.

Parceria de Sucesso - O trio lançou na sexta-feira (25/09) o livro: Difusão e Cultura Científica: Alguns Recortes, na Biblioteca Central da UFBA, onde reuniu estudantes, professores universitários, jornalistas e poetas, como foi o caso da escritora Malu Freitas: “vale a pena conferir um lançamento como esse, que reúne amantes da literatura, seja ela erudita ou espontânea, como nós poetas”.

Para os interessados em participar do evento, com o envio de novos trabalhos, a ABJC prorrogou as inscrições até 30 de setembro em seu site.

22 setembro, 2009

PESQUISADORA LANÇA LIVRO INÉDITO NA BAHIA SOBRE DIFUSÃO CIENTÍFICA

O livro Difusão e Cultura Científica: Alguns Recortes, organizado pela pesquisadora Cristiane de Magalhães Porto, surge para abordar a temática entre os pesquisadores baianos e poderá ser conferido no próximo dia 25 de setembro, a partir das 19h, na Biblioteca Central da Universidade Federal da Bahia (Ufba), em Ondina – Salvador.

Cristiane Porto é doutoranda do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da Ufba, além de ser professora da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC).

Para a publicação, Porto conta com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) e a edição da Edufba. O objetivo é oferecer uma discussão mais ampla sobre o tema, possibilitado, com isso, a formação de uma cultura científica no Brasil.

O livro oferecerá aos leitores textos interdisciplinares que abordam a ciência no momento contemporâneo e evolui, ao passo da leitura, para as formas da difusão científica nos diversos campos do conhecimento.

Segundo Cristiane Porto, é importante destacar que Difusão e Cultura Científica é uma obra pioneira na Bahia. “A proposta deste livro busca demonstrar que na Bahia existem pesquisadores preocupados e atuantes no que se refere à cultura e a difusão de ciência no Estado”, esclarece.

Com o prefácio de Wilson Bueno, professor da Escola de Comunicação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Metodista de São Paulo (Unesp), a obra concilia vertentes teóricas e práticas. “o livro busca identificar, descrever e analisar novas iniciativas como as que caracterizam os blogs de ciência e outros processos de divulgação da ciência e da tecnologia na web”, destaca Bueno.

Fontes:

A Tarde / Comunique-se / JorNow

12 agosto, 2009

A IRONIA EM SEU MELHOR ESTILO

A Pandemia do lucro


Que interesses econômicos se movem por detrás da gripe suina???
No mundo, a cada ano morrem milhões de pessoas vitimas da Malária, que
se podia prevenir com um simples mosquiteiro.

Os noticiários, disto nada falam!

No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarréia que se
poderia evitar com um simples soro que custa 25 centavos.
Os noticiários disto nada falam!
Sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas,
provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano.

Os noticiários disto nada falam!

Mas há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves...

...os noticiários mundiais inundaram-se de noticias...

Uma epidemia, a mais perigosa de todas...Uma Pandemia!
Só se falava da terrífica enfermidade das aves.
Não obstante, a gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas,
em 10 anos...25 mortos por ano.

A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio
milhão contra 25.
Um momento, um momento. Então, por que se armou tanto escândalo com a
gripe das aves?

Porque atrás desses frangos havia um "galo", um galo de crista grande.

A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflu vendeu
milhões de doses aos países asiáticos.

Ainda que o Tamiflu seja de duvidosa eficácia, o governo britânico
comprou 14 milhões de doses para prevenir a sua população.

Com a gripe das aves, a Roche e a Relenza, as duas maiores empresas

farmacêuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares
de lucro.

- Antes com os frangos e agora com os porcos.

- Sim, agora começou a psicose da gripe porquina. E todos os
noticiários do mundo só falam disso...

- Já não se fala da crise económica nem dos torturados em Guantánamo...

- Só a gripe porquina, a gripe dos porcos...

- E eu me pergunto-: se atrás dos frangos havia um "galo"... atrás dos
porcos... não haverá um "grande porco"?

A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflu. O
principal acionista desta empresa é nada menos que um personagem
sinistro, Donald Rumsfeld, secretário da defesa de George Bush,
artífice da guerra contra Iraque...

Os acionistas das farmacêuticas Roche e Relenza estão esfregando as
mãos, estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o
duvidoso Tamiflu.

A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários da saúde.

Não nego as necessárias medidas de precaução que estão a ser tomadas
pelos países.

Mas se a gripe porquina é uma pandemia tão terrível como anunciam os
meios de comunicação.

Se a Organização Mundial de Saúde (conduzida pela chinesa Margaret
Chan) se preocupa tanto com esta enfermidade, por que não a declara
como um problema de saúde pública mundial e autoriza o fabrico de
medicamentos genéricos para combatê-la?

Prescindir das patentes da Roche e Relenza e distribuir medicamentos
genéricos gratuitos a todos os países, especialmente os pobres. Essa
seria a melhor solução.

Os meios de comunicação naturalmente divulgam o que interessa aos
patrocinadores, não aos ouvintes e leitores.

Texto que circula pela internet assinado como: Dr. Carlos Alberto Morales Paitán, Peru

04 agosto, 2009

O JOGO DO BICHO NA CULTURA POPULAR BRASILEIRA

Wagner Ferreira

Tão popular quanto o carnaval ou futebol, o Jogo do Bicho é tido como contravenção (nem proibido nem incentivado pela lei). Para algumas pessoas é encarado como hobbie, para outras, uma oportunidade de ganhar uma grana extra. Mas apesar da aparente inocência dos apostadores e agenciadores, por trás de toda essa diversão existe a máfia dos caça-níqueis, versões eletrônicas do Jogo do Bicho tradicional, este que teve início com o Barão João Viana Drummond em 1892, com as bênçãos do amigo Dom Pedro II.

De lá pra cá o Jogo do Bicho cresceu e se modernizou, informatizando seus equipamentos e criando ramificações em todo o País. O que antes era encarado pelas autoridades com um “joguinho” sem muitas complicações, hoje passa a ser coibido com veemência pela Polícia Federal.

No ano de 2007 foi deflagrada uma operação simultânea em todo o Brasil, tendo na Bahia casas de bingo fechadas, e caça níqueis apreendidos. Inicialmente as abordagens foram feitas nos principais estabelecimentos de jogos, mas a ação da polícia pode se estender aos pequenos agenciadores que veem nas máquinas uma forma de complementar a renda. É o caso do comerciante Dema Sena, proprietário de um bar no bairro do Uruguai em Salvador há mais de 20 anos, e com a crescente concorrência no ramo de bebidas no local, se viu obrigado a aceitar a proposta dos bicheiros antes da proibição. “Eles chegaram aqui e me ofereceram às máquinas, dizendo que me pagariam 25% das fichas vendidas, na situação que estava não podia resistir, explica seu Dema, que disse já ter obtido um lucro aproximado de R$ 200 por semana.

As atuais ações da PF fez com que esta renda extra fosse ameaçada, depois das apreensões, obrigou o dono de bar a desligar as máquinas até a poeira baixar. “Sabia que não seria punido, mas foi melhor respeitar,” relembra. Atualmente, o comerciante substituiu as máquinas caça-níqueis por fliperamas. Com isso a sua clientela mudou de adultos para adolescentes. “O lucro é bem menor; cada crédito custa R$ 0,30, fico com a metade, tenho ainda que ter o custo da luz e aturar a zoada da “pivetada”, lamenta.


Já seu colega de ofício, que não quis se identificar, possui outro bar na Rua Direta do Uruguai, local bem mais movimentado que o do seu Dema. Ele diz ter recusado uma oferta bem mais tentadora: “O pessoal do Bicho me ofereceu R$ 7mil de luva para que eu retirasse meus três frízeres e as substituíssem pelas máquinas. Eles diziam assumir toda a despesa com eletricista e pedreiro nas adaptações”, relata o comerciante, que assume ter recusado a proposta por ter aderido recentemente à religião evangélica. “Na minha atual condição não ficaria bem apoiar coisas desse tipo em meu estabelecimento”, finaliza.

Entre os jogadores está o marceneiro Delarmando Sanches que vê com naturalidade as interdições das máquinas cáça-níqueis. “Não sou viciado, jogo de vez em quando, mas para quem joga sempre será complicado encarar", diz.

28 julho, 2009

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL É TEMA DE PALESTRA EM SALVADOR

O assunto será abordado na Faculdade Visconde de Cairú e contará com a participação do ministro da Cultura Juca Ferreira

Promovido pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) e desenvolvido pela Diretoria de Estudos Avançados do Meio Ambiente (Deama), o programa Quintas-Feiras Ambientais, em seu 9º ano de execução, acontece no auditório da Faculdade Visconde de Cairú, nos Barris nesta quinta-feira (30) das 08h30 às 12h30 e contará com a participação do ministro da Cultura, Juca Ferreira (palestrante), do secretário Estadual do Planejamento, Walter Pinheiro e do secretário Estadual de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, Valmir Assunção, além do secretário Estadual do Meio Ambiente, Juliano Matos e a diretora geral do IMA, Beth Wagner.

"Desafios do Desenvolvimento com Sustentabilidade Socioambiental" é o tema da palestra do Ministro Juca Ferreira. O objetivo do evento é promover o conhecimento mediante a troca de informações técnico-científicas e a interação de diversos segmentos, focando a sustentabilidade sócio-ambiental do Estado da Bahia.

Durante o evento também acontecerá o lançamento do livro: Meio Ambiente e Estado Fiscal: “Um diagnóstico” do doutor em Gestão Integrada de Recursos Naturais, Dilson Rosário.

Também estarão presentes no evento o Secretário Estadual do Meio Ambiente, Juliano Matos e a Diretora Geral do IMA, Beth Wagner.

Os interessados podem efetivar suas incrições enviando seus dados contendo:

NOME, ENDEREÇO, TELEFONE e ÁREA DE ATUAÇÃO para o e-mail: quintas.ambientais@ima.ba.gov.brEste endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. ou pelo
Fax: 3117-1278, obedecendo o limite de vagas disponíveis.