25 abril, 2017

ESPÍRITO LIVRE, ALMA APRISIONADA

Para Nietzsche, "todo homem seleto busca instintivamente seu castelo e seu recolhimento, onde ele esteja a salvo da massa, da multidão, da maioria, onde lhe seja permitido, como sua exceção, esquecer da regra." Claro que, para esta premissa, deve-se dar a ressalva no caso de o homem em questão ser impelido por um instinto ainda mais forte do que essa regra. A observação foi atentada pelo próprio filósofo em sua primeira obra da sua fase "destrutiva", Além do Bem e do Mal (1886).

Nietzsche entende que, o homem que nunca oscilou ocasionalmente "entre todas as cores da aflição", ruborizado e pálido de asco, fastio, compaixão, abatimento, isolamento, este homem não pode ser considerado de gosto superior. Nietzsche supõe, porém, que caso ele não carregue todo esse fardo e essa repugnância voluntariamente, se esquive deles, permaneça quieto e orgulhoso, escondido em seu castelo, então uma coisa é certa: ele não é feito, não é predestinado para o conhecimento. Pois se fosse, um dia, ele teria de dizer a si próprio:  "Que o diabo leve meu bom gosto! A regra é mais interessante do que a exceção - do que eu, a exceção!

Às almas vulgares, a única via para tocarem de leve naquilo que é a honestidade é a do cinismo, segundo Nietzsche. Já o homem superior, “este deve aguçar os seus ouvidos para todo o cinismo grosseiro ou refinado”, e felicitar-se a cada vez que, precisamente, diante dele, falar, desde aquele ‘sem noção’ despudorado até a mais erudita das pessoas. 

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Já que estou sendo tomado por Nietzsche, tentarei copiá-lo na sua forma de escrever: sairei do assunto estrito acima, mas não fugirei completamente. Estarei aqui, aprisionado em meus carmas, frustrações, traumas e idiossincrasias, por vezes munições para convicções equivocadas, por vezes salvadoras; safas!

Bem, vamos lá: 

Enquanto somos jovens, - eis aí uma inverdade absoluta, dita por uma alma velha e ranzinza, que já deve ter aportado uma centena de vezes neste mundo-vitrine de shopping center reencarnada em um corpo não mais juvenil e que evidencia, inclusive através das dores físicas, o velhinho casca grossa que há dentro de mim – (risos). 

Nietzsche diz que ainda veneramos e desprezamos sem aquela arte da nuance, que constitui o melhor ganho da vida e, como é justo, precisa-se pagar caro por ter atacado desse modo pessoas e coisas com um sim ou não. Por conta disso, talvez por ainda trazer comigo a ira, a indignação para com as injustiças, influenciado pelo falso poder que nos toma a fim de querer corrigir as mazelas do mundo, características da juventude, eu ainda pague caro pela minha sinceridade. 

Tudo está disposto para que o pior de todos os gostos, o gosto pelo incondicional, seja cruelmente enganado e abusado até que o homem aprenda a colocar alguma arte em seus sentimentos e, de preferência, ainda ousar na tentativa com o que é artificial: como fazem os verdadeiros artistas da vida. A cólera e a veneração, próprias da juventude, parecem não sossegar antes de falsear homens e coisas de tal modo que possam desafogar-se sobre eles: - a juventude já é em si algo falsificador e enganador. 

Mais tarde, quando uma alma jovem, torturada por grande número de desilusões, finalmente se volta desconfiada contra si própria, ainda ardente e selvagem, também em suas desconfianças e remorsos: como então ela se irrita, como ela se despedaça impacientemente, como ela se vinga por sua prolongada auto-obcecação, como se ela tivesse sido uma cegueira voluntária! 

Nessa transição, ela pune a si própria através da desconfiança para com o seu sentimento; tortura seu entusiasmo através da dúvida, até já sente a boa consciência como um perigo, uma autodissimulação e um cansaço da honestidade mais sutil, por assim dizer; e, sobretudo, toma partido, e partido por princípio, contra “a juventude”. - Uma década depois: e se compreende que mesmo tudo isso ainda – era juventude! (Nietzsche: Alma Livre)

A minha alma sempre foi livre, sempre quis ser, mas os labores da vida a fez tê-la contida, ou eu não estaria aqui para escrever este texto. O aprisionamento é fácil. No início, sempre haverá resistência, tentativa de fuga, mas com o tempo, você se acostuma, segue as regras e acaba esquecendo o quanto foi ou poderia ter sido livre. Cria-se uma carapaça, um tipo de armadura, que protege suas partes moles, literal e figuradamente. 

Se espera pouco do mundo e das pessoas. Inúmeras tentativas feitas, confianças foram quebradas. Mesmo assim, nossa alma livre, boa e justa, insiste em se manifestar nos momentos de brechas do seu encarceramento; dizer que ainda está ali, e ainda sonha com a sua liberdade. E isso é manifestado quando, me desconheço ao abrir concessões que não abriria na minha rotina de autoproteção, livrando-me de contratos, assinaturas, garantias, tendo como promessa somente a palavra daquele que apenas quer uma chance de provar que ainda existem pessoas boas, cada vez mais difíceis de se encontrar num mundo tão sombrio.

E esta pessoa me apareceu em meio à multidão. Ela aparentemente comum, mas avassaladoramente incomum, olhos grandes lua e sol em eclipse, tinham vida própria.

Resisti, tentei ser duro com ela, não sabendo que estava sendo ainda mais comigo. Durante esse tempo, a minha alma então aprisionada, parece ter desistido de se manifestar e se calou. Não deu ao menos seu último suspiro de esperança para que eu pudesse sair da minha armadura e amar verdadeiramente quem estava disposta a fazer o mesmo por mim. 

Continuo aprisionado. Agora não só de alma, mas de corpo e mente. Agora, a confusão toma conta de mim. Não sei quais serão os próximos passos da minha vida, ou até se haverá próximos. Estou no lodo (risos), como divertidamente ela se referiu de onde eu vim e encontrei, ainda que por hora, a fidalguia, a dúvida e o amor.



17 janeiro, 2017

MANOEL, O GUARDADOR DE AMIZADES

Em um mundo de pessoas tão competitivas, onde quase nada é feito sem se esperar algo em troca, com Manoel, um guardador de carros da região da Garibaldi, em Salvador, não é diferente.

Ele consegue amenizar uma relação comercial invasiva e com pouco ou nenhum retorno para os donos dos veículos agindo com gentileza ao abordar as pessoas que chegam para receber atendimento médico nas diversas clínicas localizadas no local.

Além de ganhar uns trocados com as gorjetas, Manoel é agraciado, todos os dias, com a ajuda de uma pequena cadela de patas e pelo curtos nas cores preta e branca e cauda enrolada. Trata-se de Pretinha, uma vira-lata que o acompanha nas abordagens. Desconfiada com os estranhos que se aproximam de Manoel, ela mantém sempre uma das orelhas em pé ao observar atenta a presteza do seu guardião ao orientar os motoristas que chegam para estacionar.

Elétrica, Pretinha sempre corre atrás das motos que passam, o que lhe dá muita sede. Mas água não é problema. A ativa cadela tem uma enorme "tigela" a seu dispor: um chafariz em frente ao Edifício Vitraux. 

Manoel ainda cuida de mais um cão, Nilris. Um idoso de idade indefinida que sofre de artrose.

01 outubro, 2016

GREVE DOS BANCOS: PUNIÇÃO AO TRABALHADOR E AUMENTO DE LUCRO PARA BANQUEIROS

Por Wagner Ferreira (!)

A greve dos bancos, deflagrada no dia 6 de setembro, já é a maior do setor desde 2004 e pune somente o trabalhador. Ainda assim, parece que o influente Sindicato dos Bancários insiste em manter os mesmos métodos utilizados pelos proletários do início da Revolução Industrial, no Século 18.

A greve surge no sistema capitalista como mecanismo de pressão dos sindicatos laborais sobre os patrões; provoca-se prejuízos ao capitalista até que ele ceda. Em uma fábrica, que necessita de operários e linha de produção constante, a idéia logra êxito, pois, ao se interromper a produção de mercadorias, o prejuízo é imediato e sentido pelo patrão.

A demora na negociação entre patrão e empregado também é outro motivo de barganha para o grevista, já que com a produção parada ou reduzida, menos dinheiro deixará de ser faturado pela fábrica.
 
Por outro lado, no setor público, ou de serviços, sobretudo aqueles em que a população mais dependa, como bancos ou escolas, por exemplo, a greve, como realizada nas fábricas, tem pouco ou nenhum efeito. Uma vez que não há uma linha de produção para ser interrompida. 
Restam somente trabalhadores que dependem do serviço dessas instituições a serem prejudicados. 
 
Nessa perspectiva, a greve é inócua. Além de, sob o ponto de vista da opinião pública, causa danos à imagem dos grevistas e minora a solidariedade entre as categorias não envolvidas, não ao detentor do capital, como planejado inicialmente pelo movimento grevista; o tiro sai pela culatra!
 
Outra agravante, é a automatização dos bancos, um dos fatores favoráveis aos banqueiros, que, com greve ou não, mantêm lucros sempre crescentes.
 
Do lado dos usuários, os boletos dos endividados terão que ser honrados, mais cedo ou mais tarde, presencialmente ou por meio eletrônico, acrescido de juros, claro! Quanto ao dinheiro de cheques e demais títulos, por exemplo, só será repassado ao portador no final da greve, na agência, depois de ficar aplicado pelos banqueiros durante o tempo em que durar a paralisação. Em resumo, a greve é lucrativa para quem se pretende tirar o lucro.
 
E para aumentar o desastre, com a deliberação da greve - religiosamente anuais e em início de mês; data de pagamento de salários - os bancários que aderiram à paralisação desviam do alvo em questão: os banqueiros e punem outras categorias, que ficarão com o cheque do seu salário guardado, enquanto o banqueiro, com o dinheiro desses trabalhadores em seu caixa, irá fazer o que faz melhor: aplicará os proventos do trabalhador e, com a volta do funcionamento das agências, lucrará ainda mais com o atraso de contas.
 
Já para uma parcela privilegiada dos cidadãos: os grandes investidores, pouco importa bancos de portas abertas ou fechadas. Isso porque as instituições financeiras, mesmo com a greve, não são impedidas de movimentar grandes quantias no interior das agências. Outro fator para que, na contra mão da crise, instituições bancárias lucrem milhões todos os anos.
 
De acordo com o Fundo Monetário Internacional, (FMI), em 2013, em meio à turbulência vivida pela economia brasileira naquele ano, que levo o país a registrar a primeira recessão após a crise mundial de 2009, o lucro do setor registrado por quatro bancos brasileiros chegou a aproximadamente US$ 20,5 bilhões. Este valor é maior que o Produto Interno Bruto (PIB) estimado em 83 países no mesmo ano, segundo levantamento do próprio FMI.




Um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) , revelou que, em 2014, os cinco maiores bancos do Brasil bateram recordes de lucro. Os ganhos das instituições foram oriundas da cobranças de taxas e serviços.

Ainda de acordo com o levantamento, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa e Santander tiveram lucro de R$ 60,3 bilhões. Isto significa 18,5% a mais que em 2013.

Para o Dieese, o sucesso dos bancos veio de um tripé: a alta taxa Selic, incremento da cobrança via taxas e serviços, e a redução do número de trabalhadores ano após ano.

O Itaú, por exemplo, lucrou R$ 20,6 bilhões, o maior lucro da história de uma empresa do setor no Brasil. Apenas dois bancos: Itaú e Bradesco, responderam por 60% do total embolsado pelos bancos em 2014.

Lucros dos bancos em 2014:

Itaú – R$ 20,6 bilhões
Bradesco – R$ 15,3 bilhões
Banco do Brasil – R$ 11,3 bilhões
Caixa – R$ 7,1 bilhões
Santander – R$ 5,8 bilhões
 
Aumento das taxas e serviços - Pode parecer pouco, mas somente com a cobrança de taxas e prestação de serviços, os cinco maiores bancos arrecadaram R$ 104,1 bilhões, 10,9% a mais do que o ano anterior. Este valor deu para bancar, com sobra, todos os gastos com os 451 mil bancários, que em 2014 custaram R$ 74,6 bilhões - com a soma de salários, encargos, treinamentos e cursos.
 
Em 2014, esses bancos cortaram 5.104 empregos. Segundo o levantamento, "Santander, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil reduziram os quadros de funcionários em 8.390 postos de trabalho. O resultado só não foi pior porque foram abertos 3.286 novos postos na Caixa", aponta o Dieese.
 
Pelos números de crescimento contínuo dos bancos - com crise, greve ou os dois - apresentados pelo Dieese, é evidente que a paralisação imposta pelo Sindicato dos Bancários só atinge pequenos comerciantes, atrasa recebimento de títulos e, sobretudo, pagamentos de benefícios sociais e de aposentados.

Grandes investidores não dependem do atendimento presencial feito nas agências e, pra variar, a conta é paga pelas classes menos abastadas da nossa sociedade enquanto dirigentes sindicais esbravejam defesa de luta de classes, sob o foco de câmeras de televisão, massiva mídia espontânea para aferição de popularidade junto aos trabalhadores de seu seguimento.

Altas movimentações financeiras são feitas, todos os dias, das confortáveis agências modelo, destinadas a clientes com mais zeros à direita em suas contas, através de simples telefonemas ou via internet.

Diante disso, para que a greve dos bancários não nos pareça um grande engodo; um palanque antecipado para promoção de lideranças sindicais que almejam Assembleias Legislativas e Câmaras Federais, já é hora de os dirigentes desse movimento pensarem em um método que puna verdadeiramente os donos do grande capital. Pois, as ações encampadas todos os anos pelo movimento, têm se mostrado, sobretudo na área de serviços, ineficazes, em um mundo onde a informática e a automação superaram, há tempos, velhas táticas proletárias de pressão do Século 18. 


(!) Jornalista especialista em Jornalismo Científico pela Ufba

23 setembro, 2015

QUANTO PIOR MELHOR

Por mais que os banqueiros continuem lucrando com a crise, o PT não tenha equilibrado as contas e resista a reduzir ministérios - medida esta que, por motivos políticos óbvios, tornaria o governo, já sem musculatura, ainda mais frágil, pois haveria de tomar cargos dados a partidos aliados forçando-os a se voltarem contra o Planalto - a presença de servidores do judiciário durante a votação dos vetos da presidente, terça-feira (22), no Congresso Nacional, a fim de pressionar a derrubada dos vetos que aumentam o salário dos servidores, por mais que seja legítimo do ponto de vista da democracia, é mesquinho e vergonhoso diante da crise instalada e da necessidade de corte de dívidas.

Em julho deste ano, foi aprovado pela Câmara e no Senado aumentos que variam de 53% a 78,56% para os servidores do Poder Judiciário. De acordo com o Ministério do Planejamento, atualmente, 117,5 mil servidores, entre ativos e inativos, serão contemplados pela proposta. 

O custo total do reajuste acumulado de 2015 a 2018 será de R$ 25,7 bilhões.
Após 2018, o custo adicional seria de R$ 10,5 bi por ano. Entre 2005 e 2008, todas as carreiras do Judiciário tiveram suas remunerações reajustadas em percentuais próximos a 60%. Ainda segundo o Ministério, entre 2009 e 2012, não houve reajuste, mas a partir da negociação salarial de 2012, as carreiras do Judiciário foram contempladas com o índice de 15,8%, pagos em três parcelas anuais, de 2013 a 2015.



Diante destes números, o grupo que representa a categoria dos servidores do judiciário nesta sessão, leva consigo a máxima do "farinha pouca meu pirão primeiro" e que dane-se o resto. Uma visão imediatista da situação, pouco diferente do que fez a oposição ao aprovar os aumentos vetados por Dilma.
Se os servidores reclamam de salário o quê dizer dos professores? Dos policiais/bombeiros, médicos e agentes de saúde? Profissões igualmente importantes, mas de impacto mais imediato no serviço à população.

Uma classe instruída como a dos servidores do Judiciário, deveria dar sua parcela de colaboração com o país e, por hora, adiar seus interesses imediatos, para que, lá na frente, com a crise superada, poder apontar o dedo e cobrar àqueles que verdadeiramente contribuíram com a quebradeira nacional.

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26 agosto, 2015

O INFANTICÍDIO INDÍGENA E A MORTE DO DEBATE NA CÂMARA

A Câmara dos Deputados nos lembrou, quarta-feira, durante uma discussão sobre o Projeto de Lei 1057/2007, que criminaliza o infanticídio cometido por algumas comunidades indígenas, o quanto é leiga quando o assunto é políticas indigenistas. 

O PL, proposto há quase 10 anos, pelo ex-deputado Henrique Afonso, é arbitrário quando passa por cima de órgãos como a Fundação Nacional do Índio (Funai), que aplica, há décadas, políticas indigenistas que visam, entre outras ações, abolir tal prática, cada vez mais rara nas aldeias. o projeto também não leva em conta os costumes dos índios, ainda não aculturados às práticas da civilização tida como moderna, bem como o seu código penal (branco) brasileiro.

Na discussão, de um lado, os "defensores da vida", formados por bancadas cristãs (evangélicas e católicas) e de "defesa" da família, do outro, argumentos mais ponderados, feitos por blocos do PCdoB, Psol e alguns petistas que tentavam, em vão, lembrar aos pouco sabeis a problemática cultural envolvida.


Tal despreparo da maioria dos parlamentares não é surpresa, quando partimos do pressuposto que estes são o reflexo de boa parte do nosso povo, conduzidos como rebanhos de gado às urnas.

Numa democracia, antes de apontarem os dedos àqueles acusados de se "oporem à vida", a consulta aos atores envolvidos nessa questão é obrigatória. Mas, o discurso político da maioria inquisidora foi predominante naquela tarde. Neste link, um artigo do antropólogo Fernando Santos-Granero tenta explicar os motivos de tal prática, vista pelos olhos da nossa sociedade "civilizada" como primitiva.

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15 agosto, 2015

TRAIÇÃO EM PENSAMENTO

O que há de mais puro no ser humano é o pensamento (seja ele bom ou ruim). Diante deste pressuposto, uma imensa maioria de pessoas trai, ainda que não concretize a ação.

Sendo assim, não há como fugir da traição, mesmo fulgaz, como um consórcio, um dia ela lhe contemplará.

Boa parte das pessoas vivem reprimidas pelos valores impostos na nossa sociedade. Esta, que por vezes faz valer a hipocrisia via o discurso da conveniência para assim edificar sua fachada moral.



Tal sociedade, que se orgulha da sua pseudo-retidão, é a mesma que aponta com um dedo e se masturba com o outro, na avidez de conter a voracidade que lhe é inerente para assim viver travestida de senso comum.

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O VERDADEIRO OLHAR ATRAVÉS DA JANELA

10 agosto, 2015

MAX EPR PROMETE NÃO SER MAIS UM ENGODO ENTRE OS ECONOMIZADORES DE COMBUSTÍVEIS

Aparelho à base e imãs realinha moléculas de combustíveis para reduzir consumo e emissão de poluentes, além de aumentar potência do veículo 

Em tempos de crise financeira ou não, o brasileiro sempre sofreu com os valores altos dos combustíveis. Por isso, em um mundo tão competitivo que vivemos, difícil acreditar em "almoço grátis", mas já imaginou economizar em média 25%, obter até 15% de ganho na potência do seu veículo e de quebra ajudar o meio ambiente?

Esta é a proposta do economizador de combustível Max EPR, desenvolvido há três anos pela empresa mineira Timol Produtos Magnéticos. O produto já circula em mais de 2 mil automóveis pelo País.

De acordo com a Timol, o MAX EPR funciona ionizando as moléculas do etanol ou gasolina por meio de imãs permanentemente orientados. O aparelho faz o controle da pressão do combustível para que ele queime 100% na câmara de detonação (em geral, o combustível não queima totalmente no motor, gerando uma borra que suja os bicos injetores causando problemas, como perda de potência, por exemplo).

Após o carro ser abastecido com etanol ou gasolina e o combustível passar pela mangueira abraçada pelos imãs do MAX EPR, o poder de combustão é ampliado, o que faz aumentar a potência do veículo, reduzindo, assim, o consumo e liberando menos poluentes na atmosfera, como monóxido de carbono (CO) e óxidos de nitrogênio (NOx), presentes na exaustão. 

A instalação é simples, sem grandes modificações mecânicas
Ainda segundo a empresa, o sistema projetado mantém a pressão original estabilizada dentro da flauta, proporcionando melhor pulverização do combustível pelos bicos injetores. Isso melhora a mistura com o ar na hora da combustão, produzindo mais potência com um volume menor de combustível.



Revisões periódicas auxiliam na redução de combustível

- Cabos de velas – cabos com fuga comprometem demasiadamente o resultado.

- Velas – velas desgastadas aumentam o consumo de combustível, comprometendo a percepção da diferença do resultado com a instalação do MAX EPR.

- Bicos injetores – Faça a limpeza dos bicos injetores para que o resultado não seja comprometido.

- Sensor de temperatura e válvula termostática – é importante que estes componentes estejam em condições ideais de funcionamento para que não comprometam o resultado.


- O Escapamento também deve estar em dia. Ele pode influenciar no resultado.
- Filtro de combustível e Bomba de combustível – o mau funcionamento desses componentes pode alterar o consumo do seu veículo.

- Verifique sempre as condições do sistema de ignição e alimentação do seu veículo.

- Não abuse da velocidade. É uma questão de segurança e de economia de combustível.

Para saber qual o consumo do seu veículo, consulte a Tabela de Consumo de Combustível do Inmetro.

Saiba mais: (71) 8801-7881 / 9954-7948 (whatsapps) Compre aqui

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ENCHA O TANQUE DE SOLIDARIEDADE!